Base inicial para coleta oficial.
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A V0.9B conecta indicadores, séries, qualidade e benchmarks ampliados. Posição, mediana e diferença relativa só aparecem quando o gate de ano, unidade, definição, fonte, nível territorial e período de referência é aprovado.
Base inicial para coleta oficial.
Indicadores distribuídos pela Agenda 2030.
Primeiros valores oficiais registrados na V0.5.
Indicadores ainda sem valor oficial registrado.
Bases públicas organizadas na V0.6.
Todos os indicadores documentados na V0.7B.
36 pontos temporais na V0.8C.
42 observações comparativas na V0.9B.
Estes dados servem como contexto técnico para dimensionar os indicadores por ODS. Eles não substituem os indicadores setoriais, mas ajudam a interpretar escala populacional, território, capacidade fiscal e desenvolvimento humano.
Referência territorial para leitura de densidade, expansão urbana, áreas verdes, mobilidade e cobertura de serviços públicos.
Fonte: IBGE Cidades e EstadosBase demográfica principal para dimensionar políticas de saúde, educação, assistência social, saneamento, mobilidade e segurança.
Fonte: IBGE Cidades e EstadosAjuda a atualizar a leitura do crescimento populacional após o Censo 2022.
Fonte: IBGE Cidades e EstadosIndicador de pressão urbana relevante para habitação, mobilidade, infraestrutura e meio ambiente.
Fonte: IBGE Cidades e EstadosComplementa o ODS 4 ao indicar cobertura escolar básica da população de 6 a 14 anos.
Fonte: IBGE Cidades e EstadosIndicador histórico de desenvolvimento humano. Deve ser usado com cautela por ser antigo, mas ainda serve como referência de contexto.
Fonte: IBGE Cidades e Estados / PNUDA V0.8C usa o dicionário como trava metodológica e acrescenta score de qualidade. Pontos comparáveis podem formar linha; recortes incompatíveis permanecem separados e sem tendência automática.
Abrir fontes oficiaisAbrir dicionário de dadosAbrir séries históricasAbrir qualidade dos dadosNenhum valor deve entrar no relatório sem ano de referência, fonte, link e observação metodológica. A coleta inicial é o começo da série histórica, não a conclusão da análise.
Quantidade e perfil de famílias inscritas em programas sociais, útil para territorializar políticas de assistência e transferência de renda.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Ajuda a medir a demanda potencial por CRAS, benefícios eventuais, cartão cesta básica e programas de superação da pobreza.
Coletar valor atual e série histórica no IDSC-SP e, se possível, confrontar com dados administrativos municipais.
Percentual ou quantidade de pessoas em condição de pobreza, antes e/ou depois de benefícios sociais.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Permite avaliar se a política social está chegando aos territórios e grupos mais vulneráveis.
Registrar valor-base, ano e metodologia do indicador.
Indicador composto a ser estruturado com merenda escolar, cesta básica, atenção a gestantes, primeira infância e famílias vulneráveis.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
O município precisa demonstrar cobertura e regularidade do apoio alimentar, não apenas existência de programas.
Definir quais dados administrativos serão usados como série oficial no observatório.
Óbitos de menores de um ano em relação aos nascidos vivos, indicador central para avaliar qualidade da atenção básica e rede materno-infantil.
Primeiro valor oficial coletado para o ODS 3. Deve ser acompanhado em série histórica e comparado com referências estadual e regional.
Fonte: IBGE Cidades e Estados / DATASUSConecta políticas como Mãe Parnaibana, UBS, acompanhamento pré-natal e acesso a serviços de saúde.
Coletar série histórica recente e comparar com média estadual.
Cobertura de imunização infantil e/ou grupos prioritários, relevante para prevenção e atenção primária.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Ajuda a avaliar capacidade de prevenção, busca ativa e cobertura da rede municipal de saúde.
Selecionar vacinas prioritárias e registrar série histórica.
Indicador administrativo para verificar redução de filas e resolutividade da rede municipal.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
É essencial para validar promessas de redução de filas, telemedicina, AME, UBS e hospital.
Solicitar base administrativa ou relatório público de filas por especialidade.
Índice de Desenvolvimento da Educação Básica para acompanhar qualidade de aprendizagem e fluxo escolar.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Permite avaliar se investimentos em colégios, tecnologia, formação e bônus IDEB se refletem em desempenho educacional.
Coletar IDEB por etapa, meta e evolução histórica.
Cobertura de vagas e atendimento de crianças em idade de creche e pré-escola.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Indicador necessário para validar fila zero, expansão de vagas e equidade territorial no acesso à educação infantil.
Coletar número de vagas, demanda reprimida e distribuição por bairro.
Acesso a internet, notebooks, laboratórios, robótica e infraestrutura digital nas escolas municipais.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Ajuda a medir se a política de tecnologia educacional tem escala, manutenção e alcance por estudante.
Criar checklist de equipamentos, escolas atendidas e alunos beneficiados.
Ocorrências de violência doméstica, feminicídio, medidas protetivas ou atendimentos especializados.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Valida políticas como CRAM, Patrulha Maria da Penha e ações de prevenção à violência doméstica.
Coletar série de ocorrências e atendimentos, separando denúncia, proteção e acompanhamento.
Cursos, empregabilidade, empreendedorismo e participação de mulheres em programas municipais de geração de renda.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Permite avaliar se cursos e feiras de empreendedorismo geram renda, empregabilidade ou formalização.
Definir indicador de mulheres capacitadas, encaminhadas e empregadas.
Cobertura de atendimento com água tratada no município.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Indicador-chave para validar metas sobre falta d’água, reservatórios e segurança hídrica.
Coletar cobertura atual, perdas e evolução histórica.
Cobertura de coleta e tratamento de esgoto, com impacto direto em saúde, rios e qualidade ambiental.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Base para validar metas de esgotamento sanitário, Tietê Limpo e redução de doenças relacionadas ao saneamento.
Coletar cobertura, bairros atendidos e obras em andamento.
Uso de energia fotovoltaica em escolas ou prédios públicos, com estimativa de geração e economia.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Permite verificar se a instalação fotovoltaica tem impacto financeiro e ambiental mensurável.
Localizar contratos, capacidade instalada, unidades atendidas e geração anual.
Admissões menos desligamentos no emprego formal, por setor econômico.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Conecta ações de desenvolvimento econômico, qualificação profissional, feirões de emprego e atração de empresas.
Coletar série mensal e setores com maior geração de vagas.
Produção econômica por habitante, usada como referência de capacidade econômica do município.
Contextualiza a capacidade econômica do município, mas precisa ser lido junto com desigualdade, renda, emprego e distribuição territorial.
Fonte: IBGE Cidades e EstadosAjuda a contextualizar desenvolvimento econômico, renda e arrecadação, mas deve ser lido com desigualdade territorial.
Coletar último valor disponível e série histórica.
Vagas ofertadas, concluintes, encaminhados e contratados após cursos municipais.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Separa oferta de cursos de resultado efetivo em empregabilidade e renda.
Solicitar base de matrículas, concluintes e encaminhamentos.
Volume de investimento em obras, mobilidade, equipamentos públicos e modernização urbana.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Permite cruzar obras prometidas com orçamento, empenho, liquidação e entrega física.
Mapear despesas por função/subfunção e vínculo com políticas da matriz.
Digitalização de serviços, tempo de emissão de alvarás, sistemas públicos e infraestrutura tecnológica.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Valida políticas de inovação e desburocratização como alvarás em uma hora e parque tecnológico.
Listar serviços digitalizados, tempos de resposta e volume de uso.
Comparação de políticas, obras, serviços e investimentos por bairro ou região.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
É um dos indicadores mais importantes para verificar equidade territorial, e não apenas volume total de ações.
Criar campo bairro/região nas políticas e cruzar com população beneficiada.
Tempo gasto pela população em deslocamentos cotidianos, quando disponível em base censitária ou pesquisas.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Ajuda a avaliar reestruturação do transporte municipal, integração gratuita e terminais.
Identificar indicador disponível e complementar com dados administrativos de transporte.
Unidades habitacionais, imóveis regularizados e famílias beneficiadas por programas habitacionais.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Permite validar Projeto Vida Nova, regularização fundiária, Vila Poupança e política habitacional.
Coletar número de famílias, bairros, matrículas e status de cada entrega.
Ocorrências graves e fatais no trânsito municipal, úteis para avaliar mobilidade e infraestrutura viária.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Conecta recapeamento, duplicações, mobilidade, sinalização e segurança urbana.
Coletar série de acidentes e mortes por localidade.
Volume coletado, reciclado ou recuperado por coleta seletiva, ecopontos e logística de resíduos.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Valida metas de coleta seletiva, ecopontos e uso de materiais reciclados.
Coletar volume por tipo de resíduo, bairros atendidos e taxa de recuperação.
Quantidade de resíduos gerados por habitante, útil para avaliar pressão sobre serviços de limpeza urbana.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Ajuda a comparar geração de resíduos, coleta seletiva e educação ambiental.
Coletar último valor disponível e comparação regional.
Estimativa de emissões municipais por habitante, usada para planejamento climático e mitigação.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Ajuda a conectar saneamento, mobilidade, arborização, energia e resíduos à agenda climática.
Coletar indicador disponível e identificar setores emissores.
Registros de enchentes, deslizamentos, alagamentos, obras de drenagem e gestão de risco.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Indicador necessário para avaliar resiliência urbana e prevenção de danos climáticos.
Mapear ocorrências, bairros vulneráveis e obras preventivas.
Indicador a estruturar para rios, córregos, esgoto tratado e redução de resíduos em corpos d’água.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Embora ODS 14 seja menos comum em municípios sem zona costeira, rios e saneamento justificam monitoramento local.
Definir indicadores de rios/córregos e relacionar com saneamento.
Área protegida, parques, cobertura vegetal e expansão de áreas verdes urbanas.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Valida parques, arborização, Voturuna, Bacuri, Tibiriçá e ações de conservação.
Coletar cobertura florestal, áreas protegidas e localização dos parques.
Número de mudas plantadas, sobrevivência, manutenção e distribuição territorial da arborização.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
A meta de plantio só vira indicador forte se houver manutenção, localização e sobrevivência das mudas.
Solicitar base georreferenciada ou ao menos lista de bairros atendidos.
Taxa de homicídios e mortes por agressão para medir segurança e violência letal.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Conecta Smart Santana, GCM, bases de segurança, iluminação, patrulhamento e prevenção.
Coletar série histórica e comparar com região/metas.
Indicadores de transparência, ouvidoria, controle interno, participação social e disponibilidade de dados públicos.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
É central para o próprio observatório, pois mede capacidade de comprovação pública das políticas.
Mapear portais, bases abertas, prazos de resposta e documentos disponíveis.
Receita corrente, arrecadação própria, transferências e capacidade de financiar políticas públicas.
Ajuda a avaliar capacidade fiscal para execução das políticas públicas e deve ser detalhado por função, secretaria e fonte de recurso.
Fonte: IBGE Cidades e Estados / SiconfiComplementa a leitura fiscal do ODS 17. Na próxima etapa, deve ser aberta por função, subfunção e programa orçamentário.
Fonte: IBGE Cidades e Estados / SiconfiPermite avaliar se metas públicas têm lastro orçamentário e sustentabilidade fiscal.
Coletar orçamento previsto, atualizado, empenhado, liquidado e pago por função.
Parcerias com CAIXA, Instituto Cidades Sustentáveis, ONU, Estado, universidades, empresas e sociedade civil.
Este indicador já possui fonte e prioridade, mas ainda precisa de valor, ano de referência, série histórica e metodologia documentada.
Ajuda a demonstrar governança da Agenda 2030 e continuidade do RLV.
Listar parcerias, objeto, vigência, resultados esperados e documentos de referência.