1. Coleta pública
Levantamento inicial com base em páginas públicas da Prefeitura, Plano de Metas 2025/2026 e fontes externas de indicadores.
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O Observatório organiza políticas, evidências, indicadores, fontes, metadados e séries históricas. A V1.0A acrescenta a metodologia de governança e migração: os dados atuais permanecem preservados, o modelo relacional é definido antes da conexão com Supabase e toda mudança futura precisa de paridade, auditoria e rollback.
Levantamento inicial com base em páginas públicas da Prefeitura, Plano de Metas 2025/2026 e fontes externas de indicadores.
Cada política recebe um ODS principal e, quando aplicável, ODS secundários relacionados à sua finalidade pública.
A matriz aponta o que ainda precisa ser comprovado: orçamento, execução, bairros atendidos, cronograma, público beneficiado e indicadores.
A V1.0 migra a base por etapas: arquitetura, espelho somente leitura, autenticação, escrita controlada e estabilização. Nenhuma escrita remota é habilitada antes da paridade da leitura.
O índice de qualidade não mede se a política pública é boa ou ruim. Ele mede a aptidão da série para análise, com avaliação congelada em 07/07/2026 e ano de referência 2026.
Compara períodos preenchidos com os esperados para a periodicidade declarada. Recortes independentes recebem limitação explícita.
Mede a defasagem entre o último ponto disponível e o ano de referência da avaliação.
Usa a classificação técnica da série e bloqueia tendência quando períodos ou conceitos não são equivalentes.
Considera quebras registradas, mudanças de sistema e uso de pontos independentes.
Observa extensão do recorte e lacunas internas compatíveis com a periodicidade da série.
Pondera a situação dos pontos: oficial, estimado, derivado ou preliminar, mantendo rastreabilidade por URL.
Diferencia séries validadas, em revisão e preliminares antes de liberar interpretações mais fortes.
Favorável, desfavorável ou estável somente quando a comparação é permitida; contexto fica contextual e recortes incompatíveis ficam indeterminados.
O Observatório não calcula posição, mediana ou diferença relativa apenas porque dois números têm nomes parecidos. A comparação só é liberada quando seis critérios são aprovados; quando qualquer requisito essencial falha, as métricas automáticas ficam indisponíveis na própria interface.
Evita comparar ciclos econômicos, demográficos ou administrativos diferentes.
Impede misturar percentual, taxa, quantidade absoluta, índice ou valor monetário.
Confirma que numerador, denominador e população de referência representam o mesmo fenômeno.
Prioriza extrações produzidas ou apresentadas sob a mesma operação estatística.
Município só gera ranking automático com município equivalente. Estado, região e Brasil podem aparecer como referências contextuais, mas exigem harmonização ou normalização antes de qualquer posicionamento.
Ano completo não é comparado automaticamente com trimestre, quadrimestre ou acumulado parcial.
O grupo regional inicial é exploratório e não deve ser confundido com cluster estatístico oficial ou ranking geral.
Se qualquer requisito essencial falhar, o motor mostra a incompatibilidade e bloqueia posição, mediana e diferença relativa. A V0.9B aplica essa regra diretamente aos pilotos de IDEB, saneamento e emprego.
A síntese foi calculada em 07/07/2026 usando apenas os benchmarks publicados nesta versão. Ela não soma indicadores heterogêneos e não cria nota geral para Santana de Parnaíba.
Usado somente quando o gate é liberado, existe direção desejável e a diferença frente à mediana ultrapassa 10% na direção favorável.
Aplica-se à faixa de ±10% da mediana ou a benchmarks de natureza contextual, que não autorizam julgamento de melhor ou pior.
Usada somente em benchmark compatível quando a diferença frente à mediana ultrapassa o limiar na direção desfavorável do indicador.
Quando o gate falha, a síntese preserva a incompatibilidade e não calcula posição, mediana, diferença ou rótulo de desempenho.
Conta quantos benchmarks estão em cada classe e produz leitura textual. Não tira média, não compensa atenção com destaque e não ordena ODS.
PIB, mortalidade, educação, saneamento, emprego e finanças permanecem indicadores distintos. Nenhuma soma de posições é permitida.
A arquitetura de destino separa dados canônicos, relacionamentos, resultados derivados e governança. A migração só avança quando a etapa anterior comprovar contagem, integridade referencial e paridade de leitura.
Commit, contagens e IDs atuais são registrados antes de qualquer carga externa.
O schema é criado fora da produção e não muda a fonte de dados do site.
ODS, fontes, políticas, indicadores, metadados e relações são carregados primeiro.
Séries, benchmarks e resultados derivados precisam reproduzir as mesmas saídas atuais.
A futura V1.0B usará Supabase somente para leitura e manterá retorno explícito à base estática.
Login e mutações entram apenas após o fluxo editor → revisor → publicação estar auditado.
Alterações futuras registram usuário, ação, registro, antes, depois e data; logs não podem ser apagados por usuários comuns.
Qualquer falha de leitura na V1.0B deve permitir retorno para a fonte estática sem perda de dados.